8º FAS - Fórum ADCE para Sustentabilidade

O FAS - Fórum ADCE para Sustentabilidade reuniu pensadores de renome nacional e internacional, propondo o tema da Sociedade Sustentável numa visão ampliada, tendo como pilar central a base de valores que deve orientar a tomada de decisão e ação das pessoas. Após realizar cinco eventos colocando o meio ambiente no centro da Sociedade Sustentável, o 6º FAS abordou o tema "Comunicação", iniciando um novo ciclo comprometendo a ação humana para construção da Sociedade Sustentável. Dando seguimento, em 2017, o 7º FAS trouxe o tema da “Socialização” para o centro do debate. E neste ano, nos dias 6 e 7 de novembro, no Teatro da PUCRS, o 8º FAS trouxe como tema central o “CONHECIMENTO”.


Empresários, professores e universitários assistiram a palestras como: Evolução do Conhecimento, Conhecimento nas Relações, Mundo Sustentável, Conhecimento Aplicado e Ciência e as Fronteiras da Ética, Conhecimento como Bem Comum, Inteligência Artificial, Conhecimento e Caridade, Indústria 4.0 e Desenvolvimento Sustentável.


Dentre os palestrantes foram destaques o conceituado pesquisador brasileiro na área digital, Luís Lamb, Pró-reitor de pesquisas da UFRGS; a empresária Gigi Cavalieri, do Grupo ASAMAR, um dos mais importantes grupos empresariais do Brasil; Antonio Benatti, PhD em Física Nuclear com fusão a frio, pela Tokyo University; Jorge Audy, Superintendente de inovação da PUCRS; Jaime Lorandi, empresário de sucesso no setor de plásticos; Sidnei Agra, engenheiro, especialista na área de recursos hídricos e saneamento ambiental, dentre outros.


O fórum atraiu cerca de 300 pessoas em dois dias. O vice-presidente da ADCE no Estado e coordenador da iniciativa, Juarez Pereira, destacou que o conhecimento sobre as inovações e novos desafios foi um dos aspectos mais relevantes tratados na PUCRS. “A ideia foi avaliar como a indústria 4.0 afeta as relações humanas e também aspectos da religiosidade. Como fica a ética em relação ao uso de inteligência artificial?”, disse Juarez Pereira.


O vice-presidente da associação no Rio Grande do Sul opinou que é preciso discutir mais as novas possibilidades de acesso às informações das pessoas, devido à exposição que geram da privacidade. “As pessoas ficam surpresas diante do potencial das novas tecnologias e não questionam os efeitos”, advertiu Pereira. Outro aspecto que foi tratado no fórum foi a mudança que a tecnologia gera com a extinção de muitas profissões. “Nossos filhos e netos vão enfrentar tudo isso. Muitos vão concluir a formação e suas profissões terão mudado, o que é assustador por isso precisamos refletir e buscar respostas”, sinalizou o dirigente gaúcho.



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